sábado, 31 de agosto de 2013

Vereador Renatinho (PSOL) cobra informações sobre abandono do prédio do antigo Cinema Icaraí

      O vereador Renatinho (PSOL) encaminhou ofício ao reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), professor Roberto Salles, solicitando informações sobre a obra do antigo Cinema Icaraí. Segundo o vereador, que ainda fez um pronunciamento na tribuna da Câmara sobre o assunto, nada foi feito depois que a universidade adquiriu o prédio.
  
         “A imprensa algumas vezes noticia que a obra irá começar, mas o que vemos, pelo menos até agora, é um prédio histórico abandonado”, assinala Renatinho (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Vereadores.
De acordo com ele, “à população de Niterói, faminta por eventos culturais, não é dada nenhuma explicação. Qual seria a razão?”, indaga ele.


       Em dezembro de 2011, foi assinado um convênio de colaboração entre a Prefeitura de Niterói e a UFF, com a finalidade de transferir o Cinema Icaraí para a universidade. O local será a sede da Orquestra Sinfônica Nacional (OSN) da UFF e também da nova Companhia de Dança de Niterói.
Na época foi divulgado que a negociação foi finalizada definitivamente e cerca de R$ 17 milhões foram pagos ao proprietário do imóvel, a construtora Koppex, de Fernando Policarpo. Deste montante, R$ 10,6 milhões foram provenientes da UFF, que teve a quantia disponibilizada pelo Ministério da Educação (MEC), enquanto a Prefeitura de Niterói ficou responsável pelo pagamento de aproximadamente R$ 6,5 milhões.


Histórico - O Cinema Icaraí foi construído em 1941, em estilo art déco e hoje é o último exemplar do estilo na cidade. No prédio, funcionava uma sala de cinema com 811 lugares. Em 2008, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac). O fechamento aconteceu em 2006 e, desde então, o prédio foi abandonado e está deteriorado. Atualmente, na entrada do imóvel, coberta por marquise, foi fechada com tapumes. 


Saúde Mental: descaso e corte nos vencimentos

 
Assembléia da AUFA - dia 30 de agosto
O mandato do vereador Renatinho está na luta com os trabalhadores da Saúde Mental de Niterói. É um absurdo a truculência e descaso dos sucessivos governos com essa área tão importante da saúde.
       
Em maio promovemos uma audiência pública com esses trabalhadores e com o representante da secretaria de saúde. Na ocasião, o representante do secretário Chico D'Angelo afirmou que todos os trabalhadores da saúde devem ser respeitados. E agora onde está o respeito com os trabalhadores e com os usuários da rede? O CAPS do Largo da Batalha sequer tem bebedouro, e há denúncias de muitos outros onde a falta de medicamentos é regra. Até quando a prefeitura de Niterói irá priorizar os grandes empresários em detrimento da saúde? É uma vergonha!!

Nosso mandato estará na luta pela valorização e priorização da Saúde Mental em Niterói!
Abaixo, segue a nota dos trabalhadores sobre os cortes feitos unilateralmente pelo prefeito Rodrigo Neves.

 “No dia 22 de AGOSTO de 2013, a prefeitura de Niterói depositou os salários dos trabalhadores de saúde mental referentes ao mês de JULHO com CORTES, sem qualquer aviso prévio ou explicação para o fato. Além de termos um vínculo de trabalho precário, com salários defasados, sem direitos trabalhistas e sequer um dia fixo de pagamento (gira EM TORNO do dia 20 a 25 do MÊS SEGUINTE ao trabalhado), recebemos mais esse presente da prefeitura de Niterói.

Peço que divulguem essa notícia que merece a mesma repercussão que a FALTA DE RESPEITO DA PREFEITURA DE NITERÓI COM OS SEUS TRABALHADORES. Tivemos notícias de que esse corte salarial se estende para todos os RPA`s da saúde. Por favor, demais trabalhadores da saúde, confiram seus extratos e se manifestem!”

    Na manhã desta sexta-feira (30), Wellington dos Santos Marinho, diretor da Associação dos Usuários, Familiares e Amigos da Saúde Mental (AUFA), de Niterói, denunciou que a Prefeitura cortou parte dos salários dos cerca de 2 mil contratados pelo regime de Recibo de Pagamento de Autônomo (RPA).

Veja o vídeo:

Renatinho (PSOL) cobra investimento na única iniciativa cultural do Terminal João Goulart


      Em pronunciamento, esta semana, no plenário da Câmara, o vereador Renatinho (PSOL) defendeu o apoio e a manutenção, pela Prefeitura, do projeto "Livro em Movimento", que funciona no Terminal João Goulart, no centro de Niterói.
                 
     “Há 14 anos este espaço é a única iniciativa cultural no Terminal João Goulart. São atendidas, segundo os responsáveis pela iniciativa, mais de 800 pessoas por mês”, afirmou Renatinho (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Vereadores de Niterói.


     Nos próximos dias, o mandato do vereador Renatinho encaminhará um documento ao consórcio que administra o Terminal João Goulart e à Prefeitura, solicitando que o projeto seja preservado e mantido, além de apoiado pela municipalidade.  

A Mobilização dos Trabalhadores deve continuar: pela unificação dos movimentos da Jornada de Junho e ampliação das lutas!



      A Jornada de Junho ainda se mantém viva na memória dos trabalhadores, que compreenderam que só haverá conquista de direitos sociais se houver mobilização popular. Apesar das mobilizações terem se fragmentado e diminuído, ainda há muita insatisfação popular. A greve dos professores do Estado do Rio de Janeiro e do município do Rio de Janeiro é um exemplo de como uma categoria pode se reorganizar e pressionar os governos de acordo com uma linha política justa de reivindicar melhores condições de trabalho, de salários e ampliação de investimento na educação. Pelo Brasil, temos também grandes lutas sendo travadas nas categorias dos metalúrgicos, petroleiros, bancários, químicos e correios.
        O crescimento da onda Fora Cabral não para de crescer. A visão de que este governo só serve aos interesses do capital se amplia na sociedade, gerando um importante debate sobre que tipo de governo queremos; que projeto de cidade os movimentos sociais podem construir, entre outras demandas. Em São Paulo, as falcatruas nas obras do metrô mostram que, na verdade, PT e PSDB partilham das mesmas práticas políticas, e suas disputas nada mais são que uma luta encarniçada pelo poder e pelo dinheiro. Assim, o governo Alckmin sofre constrangimentos semelhantes aos de Cabral (ainda que em menor intensidade), apesar de representarem setores que se opõem.

       Por todo Brasil, ocupações de Câmaras Municipais expõem os limites deste modelo de política que só favorece aos empresários e prejudica os trabalhadores. Por isso, nossa responsabilidade é grande, participando das mobilizações cotidianamente e construindo o PSOL como uma alternativa política de luta, coerente e socialista.

     É chegada a hora dos trabalhadores mostrarem sua força política e organização, exigindo nossos direitos. O governo Dilma busca confundir a população com medidas que não tocam de fato nos problemas que enfrentamos. A proposta de uma Reforma Política, que nem sequer arranha na estrutura política elitista, busca por para debaixo do tapete as diversas demandas apresentadas nas mobilizações de junho, tais como melhorias na saúde, educação, habitação e transportes.

       Quando o programa “Mais Médicos” foi lançado, novamente se desvirtuou dos reais problemas. O programa se limita a convocar médicos e regime contratual, não tocando, em nenhum momento, nas condições de trabalho, na infraestrutura dos hospitais, qualidade dos serviços e no seu caráter público. A bandeira histórica dos movimentos sociais da saúde de 10% do orçamento federal para a saúde não é mencionada, pois o governo quer manter o fluxo do orçamento público voltado paras os empresários dos megaeventos e banqueiros. Somos solidários aos médicos cubanos e a toda tradição de saúde pública desenvolvida por Cuba, mas não será limitando-se à importação de médicos que resolveremos nossos problemas na saúde pública.

      Enquanto isso, o dólar aumenta, a inflação cresce, juntamente com a taxa de juros e o desemprego. Provavelmente teremos um PIB de 2%, o que significa mais ajuste fiscal, ou seja, mais corte de verba pública para as áreas sociais, além de arrocho salarial contra os trabalhadores.
Depois de tentar destruir ainda mais os direitos trabalhistas com o Acordo Coletivo Especial (ACE), agora o governo federal quer aprovar a PL 4330, que amplia ainda mais as terceirizações. Toda a agenda de privatizações também será retomada nos setores do petróleo, portos, ferrovias, rodovias, aeroportos e do setor elétrico e telefônico.

   É por isso que precisamos nos organizar. As experiências de organização popular, como vêm acontecendo no Fórum de Lutas do Rio de Janeiro, devem ser aprofundadas. Precisamos unificar todos os movimentos que estão surgindo, garantindo a construção de uma pauta nacional e um calendário unitário de lutas.

  Neste sentido, que o Mandato do vereador Renatinho (PSOL) reafirma que apenas com o protagonismo dos trabalhadores organizados conseguiremos avançar. Apoiamos todas as iniciativas políticas que se propõem a lutar por direitos sociais, como ampliação do investimento na educação; estatização dos transportes e instauração da tarifa zero; melhorias na saúde; por uma política urbana voltada para os trabalhadores; pela defesa da democracia e contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza.

Esta luta é nossa! Vamos juntos!


“Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a primavera inteira” (Che Guevara).


Favela não se cala!


    O Movimento por uma Universidade Popular e o Favela Não Se Cala convidam todos para aula pública sobre desmilitarização da polícia e remoções urbanas. Seguida de uma roda cultural com o Bonde da Cultura. Será neste domingo (1/9), às 10 orash. Na Associação de Moradores do Chapéu Mangueira.



QUILOMBO DO GROTÃO COMEMORA O FOLCLORE BRASILEIRO


O Quilombo do Grotão, espaço de luta e resistência da comunidade tradicional e quilombola da Serra da Tiririca, realiza no próximo sábado mais uma edição do Samba da Comunidade. Esta atividade acontece todo último sábado do mês e é organizada pela Associação da Comunidade Tradicional do Engenho do Mato (ACOTEM), em parceria com outras comunidades tradicionais que tem por objetivo congregar moradores da área com demais cidadãos que apoiam a preservação da cultura e do meio ambiente local.


O Samba da Comunidade sempre traz um tema que busca conscientizar a população sobre a importância da cultura popular. Desta vez o evento será em homenagem ao Folclore Brasileiro.

 “O folclore brasileiro é parte fundamental da nossa cultura popular! Nas lendas e mistérios do folclore está presente a identidade cultural de muitas comunidades. Precisamos valorizar essa cultura extremamente rica e diversificada! Vamos juntos em defesa do meio ambiente e da cultura popular!”, disse Renatão do Quilombo, presidente da ACOTEM.

           Na oportunidade, além da roda de samba com o Grupo Família Quilombo, composto em sua maioria por membros da comunidade local, o Quilombo do Grotão serve sua tradicional feijoada na lenha e apresenta uma feira de artesanato que vem se tornando referência na cidade. Desta vez a comunidade receberá também o cantor e compositor Mauro de Quintino, da Estação Primeira de Mangueira.

O Quilombo do Grotão fica na Rua 41, Sitio Manoel Bonfim, Serra da Tiririca - Engenho do Mato e recebe visitantes e turistas durante todos os finais de semana e feriados. A comunidade do Quilombo, que também realiza mensalmente rodas de chorinho, promove ainda com freqüência atividades características da cultura negra, como capoeira e jongo.

 A programação pode ser obtida no facebook:




SERVIÇO:

SAMBA DA COMUNIDADE:

GRUPO FAMÍLIA QUILOMBO com MARIANA BRAGA e o convidado especial MAURO DE
QUINTINO.

DIA 31 DE AGOSTO (sábado) A PARTIR DAS 13 HORAS

VALOR: R$ 10,00 o Prato de feijoada! Sem cobrança de couvert artístico!

LOCAL: Quilombo do Grotão: Rua 41, sítio Manoel Bonfim, Serra da Tiririca,
Engenho do Mato, Niterói/RJ.

sábado, 24 de agosto de 2013

Nota do Mandato do Renatinho: Randolfe não nos representa!


      As grandes manifestações recentes mostraram o quanto as lutas sociais são o único meio de conseguir conquistas reais. Ainda que estejamos num estágio inicial desta efervescência de participação popular, é inegável que estamos num momento novo. Conquistamos a redução da tarifa em diversos estados, mas ainda temos muito que avançar, pois o peso da redução ainda recai sobre os cofres públicos, enquanto o empresariado lucra à custa do povo. Além disso, outras demandas apresentadas durante as manifestações, tais como controle das contas dos megaeventos, mais investimento em saúde e educação ainda são questões que pressionam os governos a tomarem posições, mesmo que não sejam ainda para resolver de fato os problemas. Estamos só no começo, por isso, precisamos avançar.      

Manifestação contra o aumento da passagem
na Av. Amaral Peixoto - Niterói
É nesse cenário que o PSOL deve se apresentar como uma alternativa consequente de organização dos trabalhadores. De maneira que possamos apresentar um programa consequente para as lutas.

Enquanto o PT e seus opositores de direita buscam soluções dentro da ordem, favorecendo os empresários do agronegócio, construtoras e bancos, nós nos postamos juntos aos movimentos sociais em busca de mais avanços. A presidenta Dilma, numa manobra de reconquista de popularidade, abriu diálogo para a formação de um novo pacto social, que é o mais do mesmo. Nós do PSOL nada temos que fazer em espaços como este, já que este pacto mantém as elites com seus privilégios. O papel de nosso partido é expressar as vozes das ruas, unificando-se aos movimentos sociais, mantendo as mobilizações numa crescente.

Não há um diálogo sério se não há um conjunto de medidas deste governo que de fato apontem para uma mudança. Como pensar em mudança se o governo nos reservou a Força de Segurança Nacional para nos reprimir brutalmente? Como pensar em mudança se este governo cortou mais de R$ 50 bilhões nas áreas sociais, enquanto reservou R$ 708 bilhões para os banqueiros? Como pensar em mudança se este governo loteou o país para os megaeventos (Copa e Olimpíada), superfaturando obras e instalando um Estado de exceção?

Os governos comprometidos com este projeto não são nossos aliados. O que Dilma fez nada mais é que uma manobra desesperada. Por isso, de acordo com o acúmulo político do PSOL nenhum militante nosso está autorizado a negociar com este governo e propor medidas de conciliação. Randolfe, portanto, quando se reuniu com Dilma no dia 2 de junho, apoiando a proposta de plebiscito para a reforma política, não representou a militância do PSOL. Sua atitude infeliz contrariou as resoluções da executiva nacional de nosso partido. Não é a primeira vez que comete esta incoerência, sua aliança com o PTB, DEM e PSDB no Amapá revelam o quanto não partilha dos princípios de independência de classe de fundação do PSOL.

Cada militante do PSOL que esteve nas ruas e sentiu o gosto amargo das bombas de gás lacrimogênio e de toda a repressão policial ordenada por este mesmo governo está perplexo com tamanha irresponsabilidade do senhor senador. Houve um descompasso entre atitudes de um quadro público de nosso partido e o que a base de nossa militância vem fazendo. Construímos plenárias pelo país afora, participamos das mobilizações e se o gigante, como dizem: acordou, o PSOL nunca se furtou da luta.

O mandato do Renatinho repudia este ato inconsequente do senador Randolfe e reivindica o verdadeiro legado do PSOL, que é o mesmo que vemos nas ruas, em cada militante que se dedica à construção do socialismo. Propomos-nos a superar o pragmatismo eleitoral e tornar as ruas a verdadeira tribuna do povo. É para isto que as figuras públicas do PSOL devem estar a serviço. Nossa tarefa é construir as mobilizações e utilizar o parlamento como uma das vias de expressão desta contestação popular que tomou nosso país.

Saudações Psolistas!


Mandato do Renatinho (PSOL) – Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Niterói.