domingo, 14 de outubro de 2012

SAMBA DA COMUNIDADE ESPECIAL DA VITÓRIA!


SAMBA DA COMUNIDADE ESPECIAL DA VITÓRIA!

Dia 14 de outubro - domingo - a partir das 13 horas!

A comunidade do Quilombo do Grotão agradece aos 1013 votos recebidos pelo companheiro Renatão do Quilombo que é o primeiro suplente do PSOL em Niterói!

O PSOL foi o terceiro partido mais votado da cidade e elegeu os dois vereadores mais bem votados, Paulo Eduardo (8.011 votos) e Renatinho Psol (6.304 votos)! Elegendo ainda o professor Henrique Vieira (2.878)!


Venham comemorar conosco!

Feijoada e Samba - Grupo Família Quilombo, com Mariana Braga e Wagner do Cavaco.

Prato de feijoada apenas 10 reais - sem cobrança de couvert artístico.

Parabéns a todas e todos que acreditaram e seguem lutando com a gente por uma cidade mais justa e fraterna!

E segue a luta em defesa do meio ambiente e dos direitos humanos!

Em breve vamos juntos assumir esse mandato por MUDANÇA DE VERDADE em Niterói!

RENATINHO PSOL 6.304 VOTOS!


Agradeço os 6.304 votos que através da
generosidade, confiança e,
principalmente, da esperança na construção de uma cidade mais justa,  e fraterna!

Meu compromisso, com a população de Niterói, continuará firme na lutas por dignidade, igualdade, liberdade para todos, inclusive os ANIMAIS, e a NATUREZA, não podemos esquecer dela!

PETROBRAS COM LICENÇA PARA MATAR!


PETRÓLEO DO BRASIL PARA DEGRADAR O MAR

por Laura Fraça - ambientalista e jornalista

Matéria publicada na Revista Época, com base em investigação da Polícia Federal, concluída em 6/9/2012, aponta descaso e abuso da PETROBRAS, além da conivência dos órgãos públicos de controle ambiental. 

A ação restrita, a princípio, à Reduc, revelou muito mais do que a degradação causada pelo descarte de óleo da refinaria no rio Iguaçu (30/8/2011) – contribuinte da Baía de Guanabara: “- Óleo novinho, misturado a dezenas de poluentes, era lançado ao rio durante a vistoria dos fiscais. Vazava dos dutos da estação de tratamento de detritos. Em vez de limpar, a estação sujava. Como escreveram os investigadores, “parecia um filme de terror”. A investigação revelou a negligência da Petrobras em relação ao descarte do subproduto da extração do petróleo, denominado ‘água negra’. Com alto potencial poluidor – “Havia níveis de óleo, graxas e fenóis “muito acima” dos limites legais” – os dejetos petroquímicos contaminaram o rio, o manguezal e toda a vida marinha da Baía da Guanabara. Na época, o INEA multou a empresa em cerca de 3 milhões de reais e fez acordo para a construção de uma nova estação de tratamento da refinaria – até 2017. Mas, depois do acordo, a Polícia Federal constatou que os poluentes (óleos, graxas, fenóis, nitrogênio amoniacal) continuaram a ser despejados no rio Iguaçu, apesar da versão oficial de que a água negra segue para o Terminal da Ilha D’Água. Do terminal a ‘água negra’ é bombeada para os tanques de cargas dos navios que jogarão os poluentes em alto mar, chegando a descartar 546.000 metros cúbicos (218 piscinas olímpicas) no ano passado. “Não há respaldo legal na legislação ambiental brasileira que permita o descarte de água de produção, mesmo que após tratamento, em áreas oceânicas afastadas da costa através de navios.”
A ação da Polícia Federal revelou muito mais ainda: o despejo negligente da ‘água negra’, água de produção da Petrobras – subproduto da prospecção de Petróleo, não se limita à Reduc. Essa prática é constante nas plataformas de petróleo que operam em todo o nosso litoral. A Petrobras afirma enviar apenas 1% dessa ‘água negra’ a terminais em terra: Ilha Grande e Cabiúnas, onde deveria ser retirada a maior quantidade possível da água negra misturada ao óleo extraído das plataformas, reduzindo assim o custo de produção e gerando maior lucro. Apesar disso, nada é tratado nesses terminais, simplesmente porque não há estação de tratamento! A única que existia em Ilha Grande foi desativada por ter ficado obsoleta, segundo o gerente da Petrobras. E os 99% que nem mesmo são enviados para os terminais? 99% de cargas ao mar, que o mar engole: “A lista das substâncias parece uma viagem à tabela periódica. Estão lá metais como: bário, berílio, cádmio, cobre, ferro, além de elementos radioativos”.
O delegado da Polícia Federal, Fábio Scliar, chefe da Divisão de Crimes Ambientais no Rio de Janeiro, em seu relatório enviado ao Ministério Público Federal, há dois meses, concluiu que não há fiscalização, tendo em vista que o IBAMA alega que, para fiscalizar todas as plataformas do Brasil, tem apenas 20 funcionários e que eles não têm acesso à ‘água negra’ da Petrobras, além de não contarem com instrumentos de avaliação dos produtos poluidores. A própria Petrobras contrata laboratório independente para fazer isso. PASMEM!
Já a Agência Nacional de Petróleo (ANP) encaminhou ofício à PF, afirmando não ter nada a ver com essa questão. PASMEM!
– “Uma funcionária do Ibama reconheceu que o governo não fiscaliza a Petrobras, embora conceda licenças ambientais para suas operações. Disse que o Ibama “atua apenas nos casos emergenciais de derramamento de petróleo”. “Isso é muito grave”, diz Scliar. “O Ibama não tem condições de fiscalizar: não tem helicóptero, não tem peritos, nada. Então, a Petrobras paga a alguém para fiscalizá-la? Como garantir que esse trabalho seja feito com a lisura necessária?” – PASMEM!
A matéria da revista Época destaca também a influência da Petrobras sobre a legislação referente ao descarte de poluentes, definida pelo CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente, composto por representantes de órgãos federais, estaduais e municipais, além do setor empresarial e da sociedade civil. Apesar de a tendência mundial ser a busca do descarte zero, o acordo fechou em 29 miligramas por litro o nível médio de óleo e graxas presentes na água negra despejada no mar, concordando  com a Petrobras, que havia sugerido 30 miligramas. Apenas 1 miligrama aquém do ‘sugerido’ pela poderosa PETROBRAS. PASMEM!

Se não bastasse tudo isso, vale o alerta final: O COMPERJ está totalmente licenciado pelo INEA. Com licença para descartar seus efluentes petroquímicos via emissário submarino diretamente no mar de Itaipuaçu, contaminando também todas as praias da região oceânica de Maricá e Niterói. Assim, o Governo Estadual licencia a degradação e coloca em risco de extinção toda a biodiversidade marinha e a diversidade cultural da região e do Parque Estadual da Serra da Tiririca. Vale destacar que o INEA é o órgão gestor desta Unidade de Conservação. A mesma mão que deve preservar é a que concede a licença para a 

PETROBRAS degradar. PASMEM!
É simples assim:
A PODEROSA PETROBRAS manda!
Os governos – federal – estadual – municipal – cumprem!
No Estado do Rio de Janeiro: Disque Minc/PT para degradar. PASMEM!

Mar limpo para todos!

Leiam:



REVISTA ÉPOCA
Polícia Federal acusa Petrobras de poluir o oceano 

Na tarde de 30 de agosto de 2011, três botes da Polícia Federal (PF) deixaram a Marina da Glória, no Rio de Janeiro, rumo à Refinaria de Duque de Caxias, a Reduc, a quarta maior da Petrobras. Os botes singravam as águas do Rio Iguaçu quando, súbito, depararam com boias laranja impedindo a passagem. A água escurecida reluzia óleo. O rio estava tomado por uma língua negra de poluição, que se espalhava pela Baía de Guanabara – perto dali, ela tinha profundidade de 2 palmos. “Parece uma privada!”, disse um agente da PF. Os policiais retiraram as boias, esperaram a maré subir e chegaram às margens da Reduc, onde funcionários aguardavam-nos. A PF, comandada pelo delegado Fábio Scliar, chefe da Divisão de Crimes Ambientais no Rio de Janeiro, investigava por que a Petrobras descartava poluentes diretamente nas águas do Iguaçu e na vegetação da área. Era o início de um processo criminal que culminou, há dois meses, no indiciamento de dois gerentes da Petrobras por crime de poluição – e na descoberta, segundo a PF e o Ministério Público Federal, da negligência da Petrobras ao descartar o principal subproduto poluente da extração do petróleo, a “água negra”.


A blitz na Petrobras começara às 7 horas daquele dia, quando peritos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão subordinado ao governo do Rio, sobrevoaram de helicóptero a Reduc e constataram a mancha de óleo. Três horas depois, os peritos visitaram a refinaria. Percorreram, acompanhados de funcionários da Petrobras, as margens do rio. Perto de um dos pontos onde eles haviam avistado as manchas de óleo, uma placa dizia: “Interditada”. Os gerentes da Petrobras insistiram que os fiscais não atravessassem a área, embora não explicassem por quê. Os fiscais foram assim mesmo. Encontraram uma operação de emergência da Petrobras, montada para retirar a poluição do local – e, segundo o MP, encobrir o crime. Havia caminhões de sucção de óleo, barreiras, funcionários correndo para lá e para cá. “Presenciamos as tentativas, a todo o custo, de conter a grande quantidade de óleo ainda retido ali”, escreveram os peritos. “Os funcionários que nos atenderam negaram até a derradeira descoberta do vazamento.”

Arquivo de ÉPOCA
Nas águas que margeiam a Reduc, na vegetação contígua e no manguezal que (ainda) existe no terreno da refinaria, os fiscais descobriram grandes quantidades de óleo. Parte já estava havia tanto tempo no local que apresentava a aparência de “chocolate cupcake”, apelido desse detrito – as fotos mostram que o manguezal de 353 hectares parecia um bolo mofado. Óleo novinho, misturado a dezenas de poluentes, era lançado ao rio durante a vistoria dos fiscais. Vazava dos dutos da estação de tratamento de detritos. Em vez de limpar, a estação sujava. Como escreveram os investigadores, “parecia um filme de terror”.
As substâncias coletadas pelos fiscais mostraram-se altamente tóxicas. Havia níveis de óleo, graxas e fenóis “muito acima” dos limites legais. A origem dos detritos era o petróleo da refinaria. Como resultado, o Inea multou a Petrobras em R$ 3,3 milhões. Depois, fechou acordo com a empresa. A Petrobras prometeu construir uma nova estação de tratamento na Reduc – até 2017. Prevê-se, nas palavras da Petrobras, um “investimento conceitual” de R$ 1 bilhão para modernizar a limpeza de poluentes como a água negra. Em 7 de novembro do ano passado, após o acordo, os fiscais voltaram à Reduc. Coletaram novamente a água negra despejada no Rio Iguaçu. Verificaram que havia toda sorte de poluente, a maioria acima dos limites legais, um com nome mais apavorante que outro: óleos, graxas, sólidos sedimentáveis, fenóis, nitrogênio amoniacal. Emitiram um novo alerta à Petrobras.


Mulher: cem anos de luta!


Novidade: Câmara de Niterói com três mulheres vereadoras

Foram eleitas: Tânia Rodrigues (PDT);Verônica Lima (PT) e Priscilla Nocetti(PSD). Tânia em seu 3º mandato e, pela primeira vez, Verônica e Priscilla. As duas estreantes já assumiram apoio ao candidato Rodrigo Neves no segundo turno para prefeito e Tânia mantém o compromisso de seu partido junto a Felipe Peixoto.

Espera-se que as vereadoras eleitas assumam as bandeiras de políticas para mulher, com hospitais, maternidades, emprego e creches. Até agora, essas políticas em defesa da mulher vinham sendo defendidas  apenas pelo vereador Renatinho, que durante quatro anos, foi único representante do PSOL e presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

Agora, com a bancada do PSOL aumentada para três vereadores (Renatinho, Paulo Eduardo e  Henrique Viana) e a votação expressiva de Flavio Serafini para prefeito, a defesa dos direitos das mulheres poderá ter seu lugar ao sol.
Outro fator importante no funcionamento, a partir de 2013, pode ser o fato que as bancadas estarem mais equilibradas, desde que os novos eleitos, cujo candidato seja derrotado no segundo turno, não sejam cooptados/comprados no velho estilo “mensalão” do prefeito anterior. E a bancada eleita de mulheres não se submeta às posturas ultrapassadas do PT e PDT, que impediam que políticas públicas em defesa da mulher fossem implementadas em Niterói.



PSOL: Seguir construindo uma mudança de verdade em Niterói








Nem Rodrigo Neves (PT), nem Felipe Peixoto (PDT)


As eleições de 2012 marcaram um momento importante para o PSOL e para a cidade de Niterói. Flavio Serafini, nosso candidato a prefeito, fez 18,4% dos votos, alcançando quase 50.000 eleitores, mesmo enfrentando campanhas milionárias, uso da máquina pública e manipulação de pesquisas eleitorais. Além disso, o PSOL triplicou sua bancada de vereadores, elegendo Paulo Eduardo, Renatinho e Henrique Vieira, sendo os dois primeiros os mais votados da cidade. Por outro lado, a cidade teve a possibilidade de assistir ao seu primeiro pleito municipal após a tragédia das chuvas de abril de 2010, quando emergiu de forma dramática para toda Niterói, a sua face mais desigual.

Nós do PSOL nos empenhamos em realizar uma campanha limpa, centrada na mobilização dos jovens e trabalhadores da cidade ao redor de um projeto de mudança. Apresentamos contribuições programáticas buscando enfrentar o modelo de desigualdade, precarização dos serviços públicos, favorecimento de interesses privados, falta de transparência e de participação, crescimento desordenado e caos no trânsito. Buscamos apontar como nossos adversários, ao longo de suas trajetórias, contribuíram para que nossa cidade passasse por boa parte dos problemas que vemos hoje. Buscamos colocar em pauta a defesa dos direitos dos trabalhadores da cidade, de uma política de habitação social, da contenção do crescimento desordenado, da mudança na matriz de transportes, do fortalecimento dos direitos sociais e do serviço público, a começar pela valorização dos profissionais e de radicalização da democracia e da transparência.

Felipe Peixoto e Rodrigo Neves começaram suas trajetórias ligados a Jorge Roberto Silveira, foram inclusive seus secretários. Votaram a favor de questões que a nosso ver contrariavam os interesses públicos da cidade, como os atuais parâmetros urbanísticos da Orla da Baía, que permitiram a multiplicação dos espigões na cidade, aprovados em 2002, a portas fechadas na Câmara de Vereadores. Felipe votou a favor do inchaço da máquina pública, inclusive do conselho consultivo. Rodrigo votou a favor da cobrança de pedágio no Túnel Charitas – Cafubá. PT e PDT têm em Niterói ou no Brasil estimulado e implementado a privatização e o sucateamento dos serviços públicos com terceirizações e organizações sociais.

Recentemente, Felipe e Rodrigo foram secretários de Sérgio Cabral e nunca disseram nada contra a precarização do serviço público, o desrespeito aos profissionais, dentre eles os professores e bombeiros. Também calaram ante os desrespeitos à população de Niterói, como no caso do aumento abusivo da tarifa das Barcas ou do sucateamento da segurança pública da cidade, com o abandono dos GPAES justo no momento de implantação das UPPs na cidade do Rio. Ambos apresentam-se como novidades cercados da velha política da cidade que, ao apagar das luzes, buscaram aprovar na Câmara de Vereadores um aumento de mais de 60% em seus próprios salários, do prefeito e dos secretários. Isso no momento em que se fala em cortar cargos comissionados.

Ao longo da campanha avaliamos que nossos adversários, por terem sido parte do caminho que levou Niterói a enfrentar os problemas de hoje, não teriam condições de realizar as mudanças necessárias. Que os grupos sociais que os apoiam, e que as próprias lógicas das campanhas milionárias que fizeram, os deixariam atrelados à especulação imobiliária, às empresas de ônibus, da educação privada, enfim, aos que comandaram a cidade nos últimos anos. Sendo coerentes com esta avaliação, o PSOL não apoia nem indica voto em qualquer dos candidatos, O PSOL vai votar nulo no segundo turno.

Aos quase 50 mil niteroienses que depositaram confiança em nosso programa votando em Flavio Serafini, devemos nossos agradecimentos, mas sobretudo nosso respeito. Nós do PSOL vamos seguir lutando para construir uma alternativa e convocamos toda população a junto conosco, nossos vereadores e movimentos sociais, seguir buscando as mudanças que Niterói precisa.

Partido Socialismo e Liberdade - Niterói

‘Eleitor do PSOL vai decidir a eleição’!


Em Niterói, o PSOL surpreendeu no primeiro turno das eleições e pode ser o fiel da balança na disputa para o segundo turno. Numa eleição polarizada entre as máquinas do governo do estado, representada pelo deputado estadual Rodrigo Neves (PT), e municipal, pelo também deputado Felipe Peixoto (PDT), o professor e sociólogo Flávio Serafini saiu do anonimato político e alavancou 18,40% dos votos válidos (49.490) na cidade.
O partido também fez a segunda maior bancada da Câmara dos Vereadores, com três eleitos, sendo dois deles os mais votados: Paulo Eduardo Gomes e Renatinho. Para o cientista político e pesquisador da UFRJ Sandro Corrêa, há duas hipóteses para o resultado. A primeira é a possibilidade de as campanhas em Niterói terem sido impulsionadas pelo apoio de simpatizantes ao projeto do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) em sua candidatura à prefeitura do Rio. Há também a hipótese de uma insatisfação do eleitorado aos nomes indicados pelo PDT e pelo PT, que governam a cidade desde o início dos anos 90.




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http://oglobo.globo.com/niteroi/eleitor-do-psol-vai-decidir-eleicao-diz-marcelo-freixo-6381462#ixzz29HClCi3o


Psol de Flávio Serafini não apoiará ninguém no 2° turno em Niterói


“O Psol não irá apoiar nenhum dos candidatos e indicamos para a militância o voto nulo. Em relação às pessoas que não são militantes, mas que nos apoiam, vamos pedir para elas avaliarem e decidirem pelos programas que estão mais de acordo e são mais coerentes com os apresentados pelo Psol no primeiro turno”, explicou Flavio Serafini, presidente do diretório municipal do partido