quinta-feira, 21 de abril de 2011

SAMBA NA COMUNIDADE - 1º DE MAIO DIA DO TRABALHADOR


Domingo, 01 de maio, em comemoração ao Dia do Trabalhador, as Comunidades em Resistência, convidam para a Feijoada com Roda de Samba no Quilombo do Grotão.
Os convites, 10 reais por pessoa, estarão à venda no local.


Reserva de mesas para grupo pelos telefones:
2709.5577/ 9650.2825
com Renatão






Clique nos links abaixo para ouvir Taiguara em Operário em Construção de Vinícius de Moraes:
http://youtu.be/nYUqvm8tIdk
http://youtu.be/ChIAWMkYWSU

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Um Dia de Índio na Aldeia Guarani Tekoá Mboy-ty (Mbyá Itarypu) em Camboinhas


Vista da enseada de Itaipu
19 de abril, Dia do Índio (como se o Índio só existisse nesse dia...) 

Chegamos à aldeia preocupados porque no dia anterior havíamos denunciado, a pedido do Cacique Darci, a invasão por uma Construtora, através de seus capangas, que diziam estar ali para medir a terra. Em julho de 2008, a aldeia Mbyá Itarypu foi criminosamente incendiada. Temíamos que estivessem preparando mais alguma maldade contra os índios, e estão! 


Ao chegarmos, encontramos cinco homens que, fingindo conversar, observavam toda a movimentação de entrada e saída na aldeia. Ao perceberem nossa chegada, imediatamente se dispersaram, não dando tempo para serem fotografados.  


Crianças brincando


Enquanto, na aldeia, mulheres e crianças faziam uma apresentação do Canto-coral e exposição dos artesanatos, os homens estavam atentos, preparados para qualquer reação de defesa que se fizesse necessária. A manhã transcorreu nesse clima de apreensão e festa. Conversamos, cantamos com eles, comemos pamonha com mel e brincamos! Na aldeia todos brincam!  Os adultos dão atenção às crianças ao mesmo tempo em que conversam e nos dão informações. De vez em quando, chegava uma nova informação:
“Os homens estão lá novamente... Conseguimos filmar... O vereador Renatinho viu... A FUNAI já ligou querendo saber o nome da empresa...”.


Profa. Marinete, Ver. Renatinho, Cacique Darci e sua esposa  

Nós, amigos e convidados ali presentes, para ajudar no que for preciso, para que homens, mulheres e crianças da aldeia sejam respeitados e a paz naquele lugar volte a reinar. 
A paz que só existe entre os verdadeiros defensores da
natureza! 





Mara toca o chocalho ensinando pra gente


















Cestas de diversos tamanhos, peças de madeira entalhadas, instrumentos musicais e armas decorativas (arco, flecha, zarabatana) para vender,  são geração de renda para a sobrevivência da Aldeia.










Vista da enseada de Itaipu

Gaivotas na chegada à aldeia pelo canal da lagoa de Itaipu































Por-do-sol de Camboinhas












Um simples olhar nosso, para as belas imagens no entorno da aldeia, nos faz enxergar o porque de tanta ganância e insensatez das empreiteiras. O lucro dessa especulação financia o caixa 2 dos políticos corruptos, que apoiam e se omitem.
Limpeza e conservação de fazer inveja aos bairros abandonados da cidade


Chega de Merda, de Lama e de Jorge!



" De tragédia em tragédia assistimos Niterói ser assolada pela lama do descaso com a coisa pública. Com certeza, essa obra que como o prefeito declara, "houve falha na estrutura do projeto", foi uma licitação fajuta, para beneficiar os amigos, visando o lucro e com orçamento super faturado. Vamos denunciar para que o MP investigue. Mais uma vez o povo de Niterói  está sofrendo com o descaso e a incompetência dessa gente que governa em benefício próprio!", declarou emocionado o vereador Renatinho Psol, diante do sofrimento das pessoas que foram diretamente atingidas. 




"Diante do ocorrido na ETE de Águas de Niterói na Ponta d'Areia, faz-se imprescindível, já na parte da manhã desta 2ª feira, contactar o CREA-RJ e OAB, no mínimo, para que em conjunto com o Ministério Público seja apurado com isenção o que ocorreu. A Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos é a responsável pela fiscalização da concessionária Águas de Niterói e a mesma é chefiada por um dos sócios de Jorge Roberto Silveira, o Zeca Mocarzel. Não dá para confiar na isenção e, tampouco, na cpmpetência técnica de um engenheiro que há pouco mais de um ano, na tragédia do Bumba, confundiu Mecânica dos Solos com mecânica do lixo." Declara Paulo Eduardo Gomes, engenheiro, presidente do PSOL/ Niterói, através do Facebook.

Niterói não é latrina!

*Por Paula Maíran


O domingo amanheceu como qualquer domingo ensolarado de outono. Só não deu para preguiçar muito na cama, ler os jornais sem pressa ou cochilar diante de desenhos animados somente para curtir um momento de aconchego e chamego com a filhota no sofá da sala... Tivemos de sair as duas, por volta das 9h30, a pé pelo nosso bairro, em busca de um apartamento para comprar de preferência por ali mesmo, onde a família tem vivido por quase 40 anos. Para que sair da Ponta D'Areia? Cultivamos forte relação afetiva com o bairro popular de Niterói, de características peculiares, de cidade do interior, embora vizinho do Centro, instalado numa extremidade de terra, encimada por um morro, ocupada principalmente por imigrantes ibéricos, sul-italianos e nordestinos — este o nosso caso, inclusive — à beira da Baía de Guanabara. Quem vive na Ponta D’Areia, bairro de muitas fragrâncias, costuma nutrir tamanho afeto pelo lugar que  este supera até mesmo o efeito nauseabundo de alguns típicos fedores.

Há odores dos mais diversos na Ponta D’Areia. Alguns comuns à cidade em geral, como o do cocô de cachorro nas calçadas, do lixo orgânico mal acondicionado e espalhado em montinhos ou até montões por vários cantos de rua, em geral aos pés de determinados postes. Há cheiros peculiares como o da tinta e do óleo dos barcos dos pescadores da beira do cais, de casas velhas de vila, da graxa dos mecânicos das muitas oficinas locais, de peixe frito, das flores de seus muitos belos jardins cultivados.  Mas o bairro ainda tem lá fedores graves: por exemplo, da maresia putrefata da Baía de Guanabara; de peixe podre misturado com esgoto.

Depois de visitar um apê candidato à compra, no caminho de volta para casa, passamos pela esquina das ruas Silva Jardim com Visconde de Rio Branco e sentimos a habitual fedentina , o odor típico e histórico concentrado naquele ponto entre o Mercado São Pedro e a Estação de Tratamento de Esgoto Toque-Toque. O primeiro, fonte de catinga antiga. Esta última erguida há apenas dois anos no bairro pela concessionária municipal de poético nome Águas de Niterói.

Quando passamos em frente à Praça Jorge Roberto Silveira, construída logo depois da estação, como contrapartida à introdução no bairro daquela usina de cheiro pútrido, já sentimos o ar menos acre nas narinas. Ali, onde antes existia o campo de várzea mais cobiçado de toda a região, surgiram os imensos tanques de esgoto — com capacidade equivalente a de duas piscinas olímpicas e meia de cocô. E bem rente ao paredão de um dos tanques, abriu-se um campinho de futebol, este anexo à praça propriamente dita, de piso de areia, com pista de skate, churrasqueira, banquinhos, canteiros com plantas verdes, flores e palmeiras, caramanchões e clássicos brinquedos infantis.

Ao passar pela praça, banhada pela outonal luz daquela manhã de domingo, já estava quase em frente de casa. Foi quando flagrei a mim mesma despida de minha renitente implicância original com o logradouro, pela inevitável associação do cheiro de ralo à podridão na política. É que a praça, além da minha ojeriza ao nome, surgiu, antipaticamente, de uma intervenção arbitrária municipal na comunidade desorganizada e sem resistência, por meio de um conluio envolvendo poucos falsos líderes locais e a omissão de muitos, eu inclusive. Perdida nessas reflexões, eu tive de repente de admitir que a obra de paisagismo naquele local progredira acima das minhas expectativas naquele retângulo árido, antes conhecido como areal. Não passava das 11h então. Foi quando eu e minha filha de oito anos vislumbramos a tal praça, como recém-existia, pela última vez.

Chegamos à casa dos meus pais para almoçar. Estávamos no sétimo andar do Edifício Cidade do Porto, apê de frente, quase em frente à praça batizada com o nome do prefeito mais ausente de que Niterói ouviu falar. Almoçávamos em silêncio quando ouvi um estrondo incomum, coisa de segundos. Apareceram garças enlouquecidas no céu estupidamente azul. Corri para a janela. Perdi num piscar de olhos a chance de testemunhar o tsunami de cocô provocado pelo rompimento do paredão do tanque colado ao campinho. Adeus campinho, adeus praça. O que havia era uma enxurrada de pasta de esgoto borbulhante e fétido. O lamaceiro enauseante conquistou rapidamente todas as ruas ao redor. Entrou sem cerimônia quartel da Marinha de Guerra adentro. Invadiu o mercado de peixes misturando os fedores frescos e os podres.

Cena impressionante de destruição... O paredão no chão, um tubulão prateado pendurado, estourado. O líquido asqueroso arrastando com a sua força carros, estes completamente inundados, plantas, destruídas, e a galera do carteado da esquina compôs a lista dos acidentados, os oito feridos pela onda tóxico-orgânica putrefata.

Assim que vi a paisagem mergulhada em pasta fedida, foi mesmo nos coroas do carteado que pensei e também nas crianças habituês da praça. Temi por elas, mas, ufa, todas se salvaram — graças a Deus, ao sol escaldante do meio-dia e à fome que levou essa meninada minutos antes para a mesa do almoço de suas casas. Da pensão da Tia Selma, na esquina bem em frente ao acidente, reinaugurada após uma bela reforma, não sobrou inteira sequer uma das novas mesas rústicas de madeira, estragadas para sempre e consumidas pela lama as toalhas vermelhas, destruídos os vasos com as flores de plástico kitch que as enfeitavam. Lá se foi a pensão da Tia Selma, assim ficou todo quebrado o seu Bira do 801. E o que falar do coro de justas lamentações das amigas cujos carros foram inundados pela maré de cocô? Eis que o quadro foi de trauma coletivo. Putz.

Não que tenha havido por ali alguma tragédia comparável com a que, um ano atrás, ocorreu no Morro do Bumba, a favela da Zona Norte de Niterói, com tantas casas e vidas destruídas. Nosso bairro ficou foi numa merda, só, para todo lado. Merda um bocado simbólica, por sinal. Merda vomitada das entranhas da cidade por sobre filhos seus assim castigados pelo costume inaceitável de conviver tão pacificamente com tantos fedores.

Mas será que, depois de toda essa calamidade olfativa, depois de a gente ter visto nossas ruas mergulhadas em todo o cocô do Centro da cidade, a gente vai se tornar finalmente capaz de sentir o verdadeiro fedor da imunda política municipal? Será que vamos enfim respirar fundo e em uníssono para reagir e lutar por um ar mais respirável, por uma atmosfera menos contaminada pela inércia e a omissão, pela baixa autoestima comunitária? Está na hora de a gente parar de retroalimentar a nossa própria prisão de ventre coletiva e essa constipação nasal que tem nos impedido de lutar contra tantos fedores. Já passa da hora de a gente se livrar de um prefeito do qual nem o nariz consegue ser ao menos solidário. É preciso agir contra essa sujeira toda na política que está por detrás de obras tão frágeis como a Toque-Toque. Temos de cultivar nosso nojo revolucionário antes que os jatos de alta pressão da “Águas de Niterói” varram de uma vez e pra sempre da nossa memória os efeitos repulsivos do domingo mais nojento que a bucólica, pacata e discreta Ponta D’Areia jamais viveu. Nosso bairro não é latrina!

* Paula Máiran é jornalista, moradora da Ponta D’Areia, assessora do deputado estadual Marcelo Freixo, militante do Núcleo Frei Tito de Direitos Humanos, Comunicação e Cultura - PSOL/Niterói.




segunda-feira, 18 de abril de 2011

DIA DO INDIO SOB AMEAÇA: CONSTRUTORA TENTA INVADIR TERRA INDIGENA DENTRO DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA TIRIRICA

Uma empresa construtora, se dizendo proprietária das terras protegidas no entorno da laguna de Itaipu, tenta há duas semanas entrar a força no espaço indígena para realizar medições da área. Os índios guaranis da Aldeia Guarani Mbyá de Camboinhas, que lá vivem e defendem o espaço considerado sagrado por eles, tem sido ameaçados e coagidos a permitir a entrada dos supostos empresários que lá chegam rodeados de dezenas de seguranças particulares.



O local reivindicado para a construção de centenas de prédios de apartamentos é área úmida da laguna, que, além de protegida pelo Código Florestal Brasileiro, está dentro dos atuais limites do Parque Estadual da Serra da Tiririca e contém o milenar sambaqui Duna Pequena, apontado como solo sagrado pelo o povo indígena. A empresa que travava batalha judicial era a Pinto de Almeida, que foi derrotada e agora ao que parece passou as terras para esta outra empresa, a Wrobel Construtora S.A que, desconsiderado o processo judicial e toda a legislação que protege o local, tenta arbitrariamente retirar os índios e tomar posse do local.



O cacique da aldeia guarani, Darcy Tupã, entrou em contato com a Comissão de Direitos da Câmara Municipal e denunciou a tentativa de invasão da empresa. Em contato telefônico com a Comissão Legislativa presidida pelo Vereador Renatinho (PSOL), o senhor José Rodrigues, se dizendo representante da empresa, se comprometeu a não mais retornar ao local sem que antes a questão ficasse esclarecida junto aos órgãos competentes.






“Nós dissemos ao empresário que aquele ato era ilegal e iríamos tomar as devidas providências caso se confirmasse a invasão das terras. Exigi que ele só retornasse ali quando tivesse um mandado judicial e estivesse devidamente acompanhado do INEA e da FUNAI. Se tiver alguma tentativa judicial da empresa para buscar a propriedade do local nós vamos brigar pelos meios legais. O que não dá para aceitar é que cheguem com dezenas de seguranças particulares e queiram medir força com os índios que estão ali para defender o meio ambiente e o solo sagrado deles.”, disse o vereador Renatinho (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Niterói.

 
No dia de hoje (18/04) os empresários retornaram à aldeia indígena e novamente tentaram entrar nas terras objetivando inclusive colocar cercas em volta do espaço. Novamente o cacique entrou em contato com a Comissão de Direitos Humanos que imediatamente contatou o INEA e está enviando um representante ao local. Renatinho também formalizará uma denuncia à Policia Federal e à FUNAI, solicitando que as devidas providências sejam tomadas para garantir a segurança dos índios e a proteção do meio ambiente local.


Amanhã (19/04) é dia do índio e está marcado um ato público na aldeia indígena. A partir das 09h acontecerá um misto de comemoração pela data comemorada no dia 19 de abril e protesto contra essa nova tentativa arbitrária de se remover a aldeia. Os índios farão diversas apresentações e se manifestarão em defesa da cultura indígena e do meio ambiente, ambos ameaçados mais uma vez pela especulação imobiliária que novamente atenta contra a nossa cidade.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2009 DO PODER EXECUTIVO É APROVADA EM SESSÃO POLÊMICA NA CÂMARA

Na sessão plenária do dia de hoje (13/04), foi aprovada a prestação de contas do ano de 2009 do Poder Executivo Municipal, com 14 votos sim e uma abstenção do vereador Renatinho (PSOL). A polêmica da votação ficou por conta de um questionamento do vereador Renatinho (PSOL), sobre a quebra do regimento interno da Casa Legislativa. O vereador usou a tribuna para pedir vista do projeto e cobrar do líder do governo e presidente da Comissão de Finanças e Orçamento, Carlos Macedo.

“Pedi vista da prestação de contas principalmente porque meu gabinete não teve acesso ao conteúdo do projeto e nem sequer às cópias dos pareceres do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Fizeram um Decreto Legislativo ontem (12/04) e colocaram na pauta apenas hoje (13/04) à tarde, contrariando todas as normas de funcionamento da Câmara. Sou minoria aqui, mas o Regimento Interno me garante os mesmos direitos que os demais vereadores, que quebraram o Regimento não me dando vista ao projeto nem ao parecer com antecedência. Além disso, me negaram vista”, disse Renatinho, que teve o pedido de vista apoiado apenas pelo vereador Gallo (PDT), apesar de ser este pedido uma garantia regimental.

O Regimento Interno, em seu artigo 239, afirma: “Recebido o parecer prévio do Tribunal de Contas, independente de leitura em plenário, o Presidente (da Câmara) fará distribuir cópia do mesmo, bem como do balanço anual, a todos os vereadores, enviando o processo à Comissão de Finanças e orçamento que terá 20 (vinte) dias para apresentar ao Plenário seu pronunciamento, acompanhado do projeto de decreto legislativo, pela aprovação ou rejeição das contas”.

O vereador Renatinho denunciou que o artigo 239 do Regimento Interno foi descumprido em sua íntegra e a Presidência da Casa não distribuiu cópia do parecer do TCE aos vereadores, e a Comissão de Finanças e Orçamento levou mais de 50 dias para apresentar seu pronunciamento ao Plenário, através de Decreto Legislativo.

“É inadmissível que depois de tanta demora o parecer seja dado em um dia para ser votado no outro, sem que haja transparência nenhuma. Me abstive por uma questão de coerência, já que não me foi dada sequer a possibilidade de saber antecipadamente da pauta que seria votada hoje (13/04). Me estranha que um parecer do Tribunal de Contas com ressalvas, determinações e recomendações seja votado com tanta tranqüilidade pela maioria dos vereadores”, afirmou Renatinho, que pretende representar ao Ministério Público relatando as irregularidades no método de votação da Câmara que descumpriu o Regimento Interno.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Manifestação Anti Experimentação animal e Anti Vivisecção Rio de Janeiro

Sábado, 16 de abril · 10:00 - 13:00
 



Local:
Lagoa Rodrigo de Freitas, junto ao Parque dos Cachorros (Corte de Cantagalo)
Objetivo:
Levar ao conhecimento do público a realidade da tortura e matança dos animais nos laboratórios e instituições de pesquisa do Brasil.
Dia 16 de abril - Dia Internacional de Protesto contra a Experimentação Animal e a Vivisecção.