sexta-feira, 10 de setembro de 2010

HAMILTON DE ASSIS recebe o Troféu Paulo da Portela nesse sábado

CONVITE ESPECIAL

Convidamos a Todos e todas, militantes do movimento negro, social e popular para o evento de entrega do Troféu Paulo da Portela a HAMILTON DE ASSIS, Militante do Mov. Negro, candidato a Vice-Presidente da República pelo PSOL, chapa Plínio de Arruda Sampaio. Dia 11/09 (sábado), a partir das 13h no Sindsprev- RJ (Rua Joaquim Silva, 98, Lapa – atrás da Sala Cecília Meireles).

A Candidatura Hamilton de Assis ultrapassa as diferenças partidárias, por ser uma legítima candidatura popular, de um negro militante, oriundo dos movimentos sindicais/negro; baiano, professor marca uma página na história política brasileira.

Aguardamos todos/as,
Marco Andre
Coordenação Estadual do Circulo Palmarino/RJ
www.circulopalmarino.org.br
http://circulopalmarinorio.ning.com/


 “Eu estarei com qualquer um, não me importa a sua cor, desde que você queira mudar a condição miserável que existe nessa terra”

Malcolm X
19/05/1925, Omaha, EUA
21/02/1965, Nova York, EUA


PSOL - a Luta pela Reforma Agrária é urgente!

Veja e ouça o Partido Socialismo e Liberdade, click em
http://www.youtube.com/watch?v=nP6oTlpoJQ4&feature=player_embedded

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Minha Casa, Minha Luta!






















Manifesto da Campanha Nacional Contra os Despejos

A RESISTÊNCIA URBANA – Frente Nacional de Movimentos faz um alerta aos trabalhadores brasileiros sobre o avanço de uma política de despejos e de uma ofensiva do capital imobiliário nas metrópoles do país. O cenário que está sendo montado é de uma verdadeira operação de guerra contra os moradores de favelas, comunidades periféricas e os trabalhadores informais, em nome do “crescimento econômico” e da preparação do país para a Copa-2014 e Olimpíadas-2016. Os governos federal, estaduais e municipais prepararam seus planejamentos – em muitos casos, já em execução – para obras de grande impacto, que representam uma Contra-Reforma Urbana no Brasil, pela forma autoritária e excludente com que estes programas afetarão os trabalhadores urbanos (principalmente através de despejos e remoções em massa) e pela lógica de cidade que trazem consigo. Por isso, e contra isso, lançamos uma Campanha Nacional contra os Despejos.

A OFENSIVA DO CAPITAL IMOBILIÁRIO


Há anos temos assistido a uma intensificação dos ataques aos moradores de favelas, periferias e subúrbios nas grandes cidades brasileiras. A forma desses ataques tem sido a realização de despejos e remoções de milhares de famílias, associada a novos empreendimentos imobiliários e a obras públicas. Os trabalhadores – especialmente os mais pobres – são expulsos para regiões cada vez mais distantes dos centros, para que as áreas urbanas com maior infra-estrutura e mais valorizadas possam abrigar novas obras e terem uma valorização ainda maior. Trata-se de uma política de “limpeza social”, onde as zonas urbanas de maior interesse econômico devem ficar livres dos pobres.
O que está por trás deste processo é o fortalecimento, como “nunca antes visto neste país”, do capital imobiliário: as grandes empresas de construção civil, as incorporadoras e os proprietários/especuladores de terra urbana estão em festa. Após a abertura de capital de grandes empreiteiras (a partir de 2006) e de sucessivos presentes do governo, o Programa Minha Casa, Minha Vida (anunciado no início de 2009) coroou a abertura de um período de vacas gordas para este setor do capital. Para que se tenha uma idéia da dimensão desses ganhos basta mencionar 3 fatos: O setor da construção foi quem puxou a alta da Bolsa de Valores de São Paulo no primeiro semestre de 2009, com uma valorização acionária de 87%; além disso, foi o setor que isoladamente mais recebeu do governo nas chamadas “medidas anti-crise”, com R$33 bilhões só através do Minha Casa, Minha Vida, para não citar o PAC; por fim, como pagamento dos bondosos investimentos estatais, o capital imobiliário se destaca como o maior financiador de campanhas eleitorais do Brasil – tendo “bancadas” em todas as instancias parlamentares e inúmeros representantes nos governos. Essas são demonstrações da força deste setor no capitalismo brasileiro e de sua capacidade de determinar a política de desenvolvimento urbano, manejando os governos e desconsiderando os interesses populares.
A aliança perversa entre Estado e capital imobiliário reproduz uma lógica excludente e repressiva de desenvolvimento urbano. Sob a bandeira do “crescimento econômico” passam por cima do que estiver pela frente, em geral comunidades inteiras, historicamente estabelecidas. Naturalmente, as casas derrubadas não são as mansões dos empreiteiros; estas não atrapalham o progresso e as grandes obras. É a lógica do predomínio completo dos interesses privados, da necessidade de aumentar os lucros e de valorizar cada vez mais o solo urbano. O valor do metro quadrado nas metrópoles brasileiras tem crescido numa escala astronômica. Ganham os especuladores, ganham as construtoras, ganham os caixas de campanha. Perdem os trabalhadores. O preço deste “crescimento” são os despejos, o aumento do número de trabalhadores sem-teto e a piora das condições de moradia para os mais pobres.

PAC, COPA E OLIMPÍADAS: A CONTRA-REFORMA URBANA
Como se isso não bastasse, a ampliação das obras do PAC (com o anúncio do PAC 2) e as intervenções urbanas planejadas para viabilizar a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016 prometem agravar o problema a níveis catastróficos. Além da construção de estádios e centros esportivos nas cidades-sede, estão previstas uma série de ações nas grandes cidades do país: novas avenidas, ampliação de aeroportos, obras de embelezamento para o turismo, etc. O governo pretende mostrar a todos o Brasil como um país de “primeiro mundo”; e para isso terá que afastar os pobres dos holofotes da mídia internacional e dos turistas.
Não faltam exemplos do que tem ocorrido em situações como esta. Recentemente, na Copa da África, dezenas de milhares de famílias sofreram despejo e estão sobrevivendo em alojamentos precários; além disso, o governo sul-africano criou – por exigência da FIFA – tribunais especiais, para julgar e condenar sumariamente trabalhadores pobres e negros que ousaram atrapalhar a festa. Mesmo em países ricos, como a Espanha (nas Olimpíadas de 1992), os resultados foram negativos aos trabalhadores: os terrenos de Barcelona tiveram uma valorização de mais de 130%, por conta da especulação no período, expulsando os pobres das regiões centrais. Nem precisamos ir tão longe. O Pan-Americano 2007 no Rio de Janeiro foi um momento de terror nas favelas do Rio de Janeiro: vários despejos aconteceram, foram erguidos muros entorno das favelas e ocorreu o Massacre do Complexo do Alemão, com dezenas de pessoas – em geral, jovens e negros da favela – executados pela polícia.
Aí vem a Copa no Brasil! O sonho de muitos brasileiros promete tornar-se um terrível pesadelo. E, para que tudo esteja pronto, as obras começarão em breve, aliás, já estão atrasadas. O número de famílias despejadas no país – e não será só nas cidades-sede – deve chegar à casa das centenas de milhares. Em muitos casos, despejos sem indenização e sem alternativa de moradia. Ou com os ridículos “cheques-despejo”, com um valor que não permite sequer a compra de um barraco numa encosta de morro. Além disso, as medidas de repressão e criminalização da pobreza tendem a se tornar cada vez mais bárbaras nestes próximos anos, consolidando a política de “higienização social”. Várias situações já apontam para isso: as Unidades de Polícia Pacificadora, no Rio de Janeiro; o aumento da repressão a trabalhadores informais (especialmente camelôs) em várias cidades; o impedimento de moradores de periferia em freqüentar espaços públicos nos centros, como ocorreu num shopping Center de Curitiba (por ordem judicial!); etc. A ordem é: a cidade para os ricos e turistas, que os pobres fiquem nas periferias!
Quem está sorrindo com isso é o grande capital imobiliário, que deverá se empanturrar com obras faraônicas, financiadas com dinheiro público, e verá seus grandes terrenos valorizarem-se absurdamente. Só para construção de estádios, o BNDES já anunciou um crédito de R$5 bilhões à disposição dos interessados. E outros bilhões virão para os empreiteiros. Para os pobres, despejos e repressão.


CONSTRUIR A RESISTÊNCIA


Diante deste cenário, temos uma tarefa imensa pela frente: organizar e unificar uma resistência dos trabalhadores, em escala nacional. Para evitar um verdadeiro massacre, cada tentativa de despejo deve ter uma resposta à altura; cada ataque do capital deve ser seguido de um contra-ataque dos trabalhadores afetados por esta política. Daí, a necessidade urgente de construir e fortalecer a CAMPANHA NACIONAL CONTRA OS DESPEJOS – Minha Casa, Minha Luta.
Para isso, propomos a organização de Comitês em todas as regiões do país, com o objetivo de unificar a luta contra os despejos. Chamamos todos os movimentos populares, associações de moradores, referências comunitárias e setores da sociedade civil comprometidos com a luta contra este massacre para construir conosco esta resistência.

Esta Campanha Nacional deve se estruturar sobre uma Plataforma com os seguintes eixos:

CONTRA A POLÍTICA DE DESPEJOS E REMOÇÕES. GARANTIA DE MORADIA DIGNA PARA TODOS.


COMBATE À REPRESSÃO E CRIMINALIZAÇÃO DA POBREZA. PELO DIREITO À VIDA E AO TRABALHO.


POR UMA POLÍTICA NACIONAL DE DESAPROPRIAÇÕES DE IMÓVEIS VAZIOS E MEDIDAS DE COMBATE À ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA.


POR UMA POLÍTICA DE CONSTRUÇÃO DE MORADIAS POPULARES, BASEADA NO SUBSÍDIO INTEGRAL, NA QUALIDADE HABITACIONAL E NA GESTÃO DIRETA DOS EMPREENDIMENTOS.


EM DEFESA DE UMA REFORMA URBANA POPULAR.

saiba mais:
http://psol50.org.br/?p=5051


O Grito dos Excluídos Niterói/ 2010 - será marcado pela presença dos desabrigados e dos índios


     


Os desabrigados das chuvas de abril, darão seu grito,  nesse 07 de setembro!







Cinco meses após a tragédia do Morro do Bumba, existem ainda, pelo menos, 2 mil pessoas em situação de risco nas encostas de Niterói, e outras 2 mil sem receber aluguel social ou ajuda do governo municipal. Temos em Niterói aproximadamente 8 mil moradores de rua.

Dia 07 de setembro, amanhã, às 9 horas e trinta minutos, na Praça da República, a concentração para o Grito dos Excluídos/ 2010 - Niterói.


Os Índios da Aldeia de Camboinhas, também estarão presentes no Grito dos Excluídos.

 "Estaremos lá gritando pela igualdade entre os povos e  levando o nosso apoio à luta dos desabrigados." declarou o Cacique Darcy.

Manifestações Culturais também presentes nas atividades do Grito dos Excluídos!

Os grupos Apafunk, Teatro Infantil e o Coral dos Índios da Aldeia de Camboinhas farão apresentação para os desabrigados/ moradores do 3º BI e 4º Gecam, a partir das 15 horas.
Local: 4º GECAM 


“Brasil: na força da indignação, sementes de transformação"







O Grito dos Excluídos é uma grande manifestação popular para denunciar todas as situações de exclusão e assinalar as possíveis saídas e alternativas. Antes de tudo, é uma dor secular e sufocada que se levanta do chão. Dor que se transforma em protesto, cria asas e se lança no ar.

De ponta a ponta do país ou do continente, o povo solta ao vento o seu clamor, longamente silencioso e silenciado. É um grito que ganha os ares, entra pelas portas e janelas, toma os espaços. Tem como objetivo unificar todos os gritos presos em milhões de gargantas, desinstalar os acomodados, ferir os ouvidos dos responsáveis pela exclusão e conclamar todos à organização e à luta.
É o grito dos empobrecidos, dos indefesos, dos pequenos, dos sem vez e sem voz, dos enfraquecidos – numa palavra, o grito dos excluídos. Quer ser uma instância articuladora, animadora e interpeladora dos movimentos sociais; um espaço facilitador das diversas lutas e demandas sociais.








“o Grito marca o ressurgimento da luta política e a expressão clara da luta de classes existente no nosso país”.

[Delwek Matheus, dirigente nacional do MST]

Faça a sua doação para a candidatura de Plínio














Saiba como contribuir acessando:
http://www.plinio50.com.br/contribua-com-a-campanha.html

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

No Rio, Plínio vota pelo limite da terra











No primeiro dia de realização do plebiscito organizado pela Comissão Pastoral da Terra e outras 53 entidades que conformam o Fórum Nacional pela Reforma Agrária, o candidato do PSOL, Plínio Arruda Sampaio, votou na urna montada por estudantes e servidores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira.
Logo após o debate promovido como parte do "Circuito Universitário" - ciclo de palestras e debates sobre o programa de governo que o PSOL e apoiadores têm organizado em todo o país -, no salão nobre do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), Plínio votou e convidou os cerca de 400 estudantes presentes não só a votar também, mas a conhecerem um assentamento ou acampamento dos movimentos de luta pela reforma agrária.
Após a votação, o candidato concedeu entrevista ao programa humorístico CQC, exibido pela TV Bandeirantes, e questionado por Rafael Cortez sobre a hipótese de iniciar a reforma agrária por suas propriedades Plínio lembrou, com bom humor, que o sítio de propriedade de sua família tem área muito inferior ao limite proposto pelo Fórum Nacional pela Reforma Agrária. São 50 hectares de terras, ou cerca de 5% da área defendida pelos movimentos de defesa da reforma agrária no país como aceitável.
Um "jornalista" que acompanhava a gravação para o humorístico, no afã de seguir o discurso do modelo único neoliberal para buscar uma melhor colocação no disputado mercado de trabalho, ou por pura má intenção, preferiu afirmar que Plínio teria tergiversado ao responder à pergunta. Talvez porque não tenha entendido o humor proposto pelo CQC, ou porque não se lembrou que a tarefa básica ensinada nos primeiros anos das faculdades de jornalismo numa situação dessas teria sido perguntar novamente ao candidato qual o tamanho da propriedade que ele possui - o que não foi feito.

Saiba mais sobre o Plebiscito pelo Limite da Terra e sobre o programa de Plínio 50 - PSOL  para governar, acessando:

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

CIRCUITO UNIVERSITÁRIO - Plínio leva suas propostas e chama para o Plebiscito Popular pelo Limite de Propriedade da Terra pela .












Plínio de Arruda Sampaio, do Psol, passou o dia no Rio de Janeiro, onde falou para uma plateia de estudantes.
O compromisso foi no teatro de arena da Universidade Federal do Rio. O candidato apresentou propostas de governo e participou de um debate com estudantes da UFRJ.
Plínio de Arruda Sampaio anunciou que, se for eleito, vai fazer uma reforma agrária radical.
Ele pretende limitar em mil hectares a propriedade da terra: “O resto precisa ser repartido, que é pra você poder colocar a população rural na terra. Esse é um beneficio enorme pras cidades. Porque essas populações nem vêm pras cidades. Não vindo, ela não afoga o serviço público nas cidades. Porque aqui não vai encontrar emprego, não tem emprego mais nas cidades.

No fim da tarde, o candidato do Psol participou de mais um debate, na Universidade do Rio de Janeiro, a Unirio.

leia mais:
http://www.plinio50.com.br/noticias/333-na-unirio-plinio-volta-a-tocar-o-coracao-da-juventude.html
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1328891-7823-PLINIO+DE+ARRUDA+SAMPAIO+FALA+PARA+UNIVERSITARIOS+NO+RIO,00.html