quarta-feira, 23 de junho de 2010

CONVENÇÃO DO PSOL



Rio lança Jefferson Moura ao governo do estado 
e Milton Temer ao Senado

O Partido Socialismo e Liberdade — PSOL realizou nesta terça-feira, 22 de junho, a convenção estadual para ratificar as candidaturas de Jefferson Moura ao governo do estado, Milton Temer ao Senado, e mais 37 postulantes à Câmara Federal e 64 à Assembléia Legislativa. Com o Salão Nobre da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro lotado, foi anunciada a coligação com PCB (Partido Comunista Brasileiro), para a disputa aos cargos proporcionais (deputados). Ao Senado o partido terá um candidato próprio, Paulo Oliveira — que esteve presente à convenção —, e apoiará Temer para a outra vaga. Plínio de Arruda Sampaio, candidato à presidência da República pelo PSOL, convocou os candidatos e a militância: “Temos que fazer o discurso da insubordinação”. Faremos as perguntas chatas, difíceis, que ninguém tem coragem de fazer”!

O candidato ao governo do estado, Jefferson Moura, 36 anos — que tem como vice na chapa o sociólogo e professor do ensino médio Flávio Serafini, 30 —, afirmou que "a missão fundamental do PSOL é ser um novo partido contra a velha política”. Moura se comprometeu a resgatar a educação pública de qualidade e disse que a educação integral é uma referência de projeto para o partido. Lembrou que faz 25 anos da construção do primeiro Ciep: “Sem educação, não há transformação”, disse. Sobre a saúde criticou a privatização dos serviços e defendeu a adoção Programa de Saúde da Família (PSF). Ironizou: “Enquanto nossa saúde vem se transformando em comércio, até o Barack Obama, nos EUA, está revendo o papel da saúde privada e o maior
alcance da saúde pública de qualidade”...


Milton Temer, candidato ao Senado, criticou o “lulismo” no poder, lembrou de sua participação na construção do PT, com o qual rompeu para ajudar a fundar o PSOL, e afirmou que “ousadia, no partido, não é sinônimo de
irresponsabilidade, mas, sim, a negação da covardia”! “Não sou professor de história”, brincou o candidato ao Senado, referindo-se ao deputado Chico Alencar, “mas sou parte da história recente do país”. Os candidatos à reeleição Chico Alencar (deputado federal) e Marcelo Freixo (estadual), também discursaram.

Clique aqui e assista a matéria veiculada no RJTV (Globo).
 

Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária no Rio de Janeiro

sexta-feira, 18 de junho de 2010

RENATINHO DENUNCIA E LUTA PARA OUVIR JOÃO MEDEIROS EM REUNIÃO ABERTA PARA A POPULAÇÃO

ATENÇÃO! ATENÇÃO!

CÂMARA QUER PASSAR POR CIMA DO REGIMENTO PARA IMPEDIR TRABALHO DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS

Na sessão plenária desta quinta-feira, 17/06, veio à tona um assunto que até então alguns vereadores da base de sustentação do Governo estavam tramando nos bastidores contra a Comissão de Direitos Humanos, que tem como presidente o Vereador Renatinho. Após a Comissão de Direitos Humanos conseguir aprovar a ida de João Medeiros no Plenário da Câmara para prestar depoimento aberto para a população, os vereadores que querem blindar Mocarzel e o Prefeito se uniram contra Renatinho.

João Medeiros, ex-subsecretário de Integração Comunitária que apresentou diversas denúncias contra o atual governo comprovando a omissão de Mocarzel e Jorge Roberto, irá apresentar no Plenário da Casa as denuncias que já apresentou à imprensa e ao Ministério Público. As diversas cópias de e-mails enviados ao prefeito e ao seu “supersecretário” desde a primeira tragédia ocorrida ainda no ano passado, demonstravam que intervenções urgentes deviam ser feitas nas favelas e comunidades, e como sabemos nada foi feito.
A Câmara que tem o dever de fiscalizar o Poder Executivo até hoje ainda não ouviu João Medeiros, que pretende apresentar mais documentações que demonstram a irresponsabilidade do Prefeito. E pelo contrário, a maioria dos Vereadores querem negar o pedido aprovado na Comissão de Direitos Humanos, e mesmo contrariando o Regimento Interno, impedir que Medeiros seja ouvido em Plenário em sessão aberta para a população em geral assistir e fazer perguntas.

A alternativa apresentada pelos vereadores que compõe o governo é que uma Comissão governista presidida pelo Vereador João Gustavo (PMDB), ouça o ex-subsecretário a portas fechadas na sala da Presidência da Casa. A Comissão de Direitos Humanos tem além de Renatinho, o Vereador Gallo (PDT) e Wilde Ricardo (PDT). Renatinho e Gallo aprovaram a convocação do ex-subsecretário, conseguindo então maioria e derrotando o ex-padre. Sendo assim, pelo Regimento Interno da Câmara não há nenhuma necessidade de votação em Plenário pelos demais vereadores.

“Está claro o objetivo da maioria aqui, querem evitar que as denuncias contra o Prefeito sejam apresentadas no Plenário desta Casa para toda a população. Esta é uma casa do povo, me recuso a fazer reunião fechada com qualquer um. A Comissão de Direitos Humanos além de estar agindo dentro da forma regimental, terá o apoio da população e certamente vamos lotar esta Casa, queiram os demais vereadores ou não!”, disse o vereador Renatinho.

A Comissão marcou sua reunião extraordinária, reservou o Plenário com o Primeiro Secretário da Câmara e informou ao Presidente da Câmara, cumprindo todos os trâmites regimentais. Mas mesmo após tudo definido da maneira correta, o Primeiro Secretário da Casa, Vereador Emmanuel Rocha (PDT), reinterpretou a seu critério o Regimento e fez um memorando circular para todos os vereadores desautorizando o uso do plenário para reuniões de comissão e inventando que tais reuniões tinham que ser aprovadas mediante requerimento aprovado pelo conjunto de vereadores. Diante de tanto absurdo e desrespeito ao Regimento, Renatinho apresentou sua indignação na sessão plenária desta quinta-feira e foi apoiado apenas pelos vereadores Gallo (PDT) e Waldeck Carneiro (PT).

O ex-vereador e atual presidente do PSOL Niterói, Paulo Eduardo Gomes estava presente nas galerias da Câmara no momento da sessão e também disse que o partido lutará para garantir o direito da população assistir a reunião da Comissão. “Iremos à Justiça se for necessário, já fizemos isso outras vezes e garantimos o acesso da população. A Câmara de Niterói infelizmente ficou com essa marca de querer impedir o acesso do povo em outros momentos da história da cidade, e pelo jeito a maioria dos vereadores querem repetir isso. Nós vamos para as ruas, vamos convocar a população, a militância do PSOL e os lutadores da cidade, e não vamos deixar que essa Câmara seja fechada mais uma vez.”, disse Paulo Eduardo.

20 ANOS SEM AUMENTO, EU NÃO AGUENTO!

Este é um trecho do boletim do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação – SEPE, e reflete muito bem o desinteresse e desconhecimento da Prefeitura de Niterói para com a situação de nossa educação.

O mandato socialista do vereador Renatinho quer cobrir de solidariedade toda a categoria e se colocar à disposição para qualquer coisa, pois nessa luta, somos companheiros!

Educação na luta!


20 ANOS SEM AUMENTO, EU NÃO AGUENTO!

Até o momento, o governo não apontou com nenhum índice para a reposição das perdas do período 2009/2010 e também não abriu negociação da pauta de reivindicações. Portanto, temos a tarefa de manter as escolas mobilizadas para arrancar deste governo o atendimento às nossas reivindicações!

Enquanto os governos tentam passar para a população um mundo de ilusão por conta da copa do mundo, os profissionais da educação trazem à tona a cruel realidade da rede municipal de educação de Niterói!

Assembléia e ato pelas ruas de Niterói são as respostas da categoria para o desrespeito do Prefeito da cidade, Jorge Roberto Silveira!

Durante as 48 horas de paralisação da rede municipal, a categoria reuniu as comunidades escolares para dialogar sobre as péssimas condições das escolas municipais: unidades escolares sem infra-estrutura adequada, falta de funcionários, nossas escolas servindo de abrigo, política salarial precária e falta de condições de trabalho.

No dia 10 de junho, foi realizada, no DCE da UFF, uma assembléia que demonstrou a disposição de luta da categoria. De acordo com os informes dados pelos profissionais presentes, 60% da rede paralisou.

Após a assembléia, a categoria saiu em passeata pelas ruas de Niterói, recebendo grande apoio da população. A passeata chegou ao prédio da prefeitura de Niterói, onde realizou manifestação, mesmo encontrando grande resistência da guarda municipal que sob ordens do representante do executivo, proibiu a entrada da comissão de representantes da categoria, fechando as portas do prédio da Prefeitura e agindo de forma truculenta e agressiva, chegando, inclusive a machucar alguns profissionais que tentavam passar pelo portão.

Os profissionais da educação, mesmo com o autoritarismo desse governo, se manteve forte e pressionou até que a comissão fosse recebida.

Na audiência com o representante do poder executivo, Michael Saad declarou, após o recebimento e leitura da pauta de reivindicações da categoria, que desconhecia a situação da educação em Niterói, assim como desconhecia também que existe terceirização na rede pública de educação. Mas o mais impressionante e grave é que ele desconhece o Presidente da FME, Cláudio Mendonça.

É notória a falta de respeito com a educação do município, quando o próprio representante do governo não sabe quem é o presidente da FME. E, além disso, desconhece toda a estrutura da rede.

Ao reivindicar o aumento salarial, A comissão colocou para o representante do governo que a FME alega depender do executivo para liberar qualquer índice de reajuste, já o chefe do executivo disse que a FME tem autonomia política e financeira para negociar. Entretanto, a participação da Prefeitura nas negociações não foi garantida.

É lamentável que esse governo fique fazendo joguinhos com a categoria, tentando ganhar tempo, jogando a responsabilidade de um setor para outro.

Além da FME, é necessário que o poder executivo esteja presente na mesa de negociação no dia 17, uma vez que o prefeito e o seu representante na secretaria de educação não se entendem. O dinheiro para o aumento salarial e a reestruturação da rede existe e a categoria já está se mobilizando para cobrar a abertura de negociação.

O representante do governo perguntou qual o piso inicial do professor de 1º e 2º ciclos, pois isso ele também desconhecia, e,quando foi informado o valor de R$792,00, o mesmo declarou que esses profissionais recebem um pouco mais que uma empregada doméstica, pois ele pagou a sua empregada, que trabalha 2 vezes na semana, R$ 765,00.

É necessário lembrar que este sindicato defende um salário digno para toda a classe trabalhadora, portanto não só é uma vergonha que um professor receba R$792,00 como também é um absurdo que uma empregada doméstica receba tão pouco!

Ao contrário do governo, que demonstrando total descaso com a educação do município, afirma não conhecer seus problemas, os profissionais da educação conhecem muito bem os problemas da rede e sentem na pele todos os dias a falta de estrutura e de investimento nas reais necessidades das unidades escolares.

Aumento real! Reposição das Perdas Salariais: 30% já!
Meu plano, Minha Carreira, Eu decido! Triênio e 15% entre os níveis!
30h para Funcionários!
Merendeira, não: Cozinheira!





Vereador, no mês da Copa, visita escola e constata a falta de quadra de esporte

Em visita a escola Francisco Portugal Neves o vereador Renatinho constatou a inexistência de quadra de esporte, fato esse que infelizmente é comum em nossas escolas. O mandato defende a construção de quadras de esportes em todas as escolas do ensino fundamental em Niterói, tendo inclusive, apresentado uma emenda modificativa na Câmara, solicitando a construção de uma quadra por escola.


Um país que exalta tanto o fato de sediar uma copa do mundo e uma olimpíada, não se pode eximir da responsabilidade de investir na juventude, construindo quadras de esporte e comprando equipamentos esportivos e valorizando os profissionais de educação física.
Entretanto o que vemos é o total descaso com a educação pública e a falta de investimento em nossos jovens.


 





O mandato do vereador Renatinho apresentou na Câmara municipal de Niterói, uma emenda modificativa, exigindo a construção de rampas de acesso em todas as escolas municipais. È lamentável que nossas escolas públicas municipais não existam meios de acesso para pessoas com deficiência.



Na próxima quarta-feira, 23/06, às 18:30.


Debate sobre a tragédia das Chuvas em Niterói e o papel da resistência popular. A mesa será composta pelo Dep. Estadual


Marcelo Freixo (Psol) e por Franscisco Pereira, fundador da Associação de Vítimas do Morro do Bumba.


Com a presença de parlamentares do Psol e pré-candidatos da legenda, como Jefferson Moura (pré-candidato ao Governo do Estado Rj) e Milton Temer (pré-candidato ao Senado).


Venha, participe!

12 de junho Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil

O vereador Renatinho muito tem se empenhado emacelerar a luta contra o trabalho infantil em nossa cidade.



Nosso mandato considera o trabalho infantil uma violação ao direito do exercício de cidadania da criança que ao invés de trabalhar, assumir responsabilidades familiares e profissionais, deveria sim estar na escola, recebendo, além dos conhecimentos pedagógicos, orientação quanto à formação individual, valores morais, éticos e sociais.

Os pais parecem não entender que foram prejudicados na infância e permitem essa prática, acreditando que solucionará o problema financeiro, ledo engano. Outro ponto é de que o trabalho é feito de forma mascarada, em casa de família onde crianças são exploradas e recebem tratamento desumano.
Precisamos de agentes multiplicadores para implementação de ações combativas ao trabalho infantil. Acreditamos que o grande passo inicial é a educação, processo contínuo e responsável pela formação do cidadão.

Vamos impedir que nossas crianças tenham a infância roubada. Vamos lutar por uma sociedade mais justa, preservando os futuros dirigentes de nossa nação. Vamos juntos cuidar de nossas crianças. Vamos preservá-las. Vamos amá-las!